escrito a 2009-06-30
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
escrito a 2009-06-30
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
12.12.12 moment 07
Him being outside, with all the problems and mind labyrints, made him feel a constant rush of adrenaline, felt life rushing and needing him, making him the man, the decider, the sacrificer, the provider, the defender.... quero
escrito a 2011-04-24
sexta-feira, 20 de maio de 2011
beleza "comum"
terça-feira, 17 de maio de 2011
Abstract notes
2010.11.26
domingo, 24 de abril de 2011
eu...
Entupo-me de ausencias,
Esvazio-me de excessos....
Sou feita de urgencias,
alegrias intensas,
tristezas absolutas,
partilhas incondicionais,
compreensão intemporal...
"Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou.
Não me convidem a ser igual, por que sinceramete sou diferente.
Não sei amar pela metade.
Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre."
(Inspirado em Clarice Lispector)
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Deolinda: "que parva que eu sou" - uma resposta a um post num blog...
É interessante e sempre mais um ponto de vista. No entanto gostaria de deixar algumas notas numa escrita que é a de quem está a escrever conforme pensa e cuja estrutura e frases poderão parecer um pouco misturadas.
O marceneiro optimo aqui da zona tem efectivamente mt trabalho, mas tem tb a oficina cheia de 'tralha' que lhe deixam e nunca a vão levantar por não terem como pagar por vezes uns miseros centimos, e de miseros centimenos em miseros centimos ate este bom marceneiro está em riscos de não saber o que fazer à vida, quer por nao receber dos clientes quer por nao ter espaço na oficina para receber novos trabalhos (uma história real).
No entanto, brilhantes electricistas, ladrilhadores, informáticos, ou outros quaisquer oficios têm forçosamente que entrar em empresas e companhias que lhes pagam o salário minimo nacional para trabalharem 10h, 12h, 14h, por vezes sem irem a casa ver a familia, tendo de seguir o protocolos pré-aprovados e designados de resolução imediata do problema com relatório de satisfação imediata, porque afinal essa empresa apresentou preços tao competitivos no mercado e de deslocação que eles não tinham condição para competir - mas afinal resolução imediata e preço baixo é o que cada vez mais exigimos, mas não esquecendo a qualidade... (mais umas historias reais aqui).
Também os há que estudam e até poderão ser brilhantes nas suas areas de formação, no entanto, por sobrequalificação, interesses sociais (mais comummente conhecida por 'cunha' ou tb filiações), ou outros, são renegados a vida inteira para trabalhos de sobrevivência independentemente de todas as tentativas que façam para procurar o que sempre sonharam. Ou então conseguem finalmente uma situação dentro do que gostam e sabem fazer mas têm de mudar de local e de vida para longe daqueles que são importantes, sacrificam alguns anos e depois, por um simples estalar de dedos, lhes é retirado tudo em detrimento de outrem que afinal é o filho do amigo de familia, que voltou agora dos confins, que nada sabe 'da casa' mas lhe têm de dar uma oportunidade. (mais histórias reais)
Sim, houve uma idolatrização do canudo, o qual progrediu para uma continuação da depencia de bolsas para segui mestrados pós-bolonha e doutoramentos tirados a ferro para garantir algum lá em casa, isto para evitar ir para estagios que remuneram 150,00€ e quase nem o transporte mensal pagam e tens de dar horas a mais ao empregador, fazer tudo e calar. Tambem os há que saltam de estágio não remunerado em estagio não remunerado porque o empregador 'exige' anos de experiência que de outra forma não obtem, ou entao passa de estagio em estagio pois o centro assim o permite ao abrigo de programas que permitem às empresas ter empregados entre 3 meses a um ano gastando por 3 ou mais estagiarios o que pagaria por um elemento efectivamente conhecedor do seu trabalho. Agora vem o regime de voluntariado, agora tornado visivel nas redes sociais, e que poderá rapidamente passar a ser para algumas entidades mais uma forma de fazer trabalho sem gastar dinheiro mas usando o tempo dos outros com a pressao que a rede social irá fazer para que sejamos voluntarios e quanto mais melhor... (mais algumas historias reais)
Sim, é triste observar que quem estuda por gosto habitualmente o faz em horario pos-laboral e com imensos sacrifiios, e que quem tem o tempo todo livre para o fazer, ainda se queixa dos deadlines, escolhem temas pouco interessantes, fazem de tudo para entregar trabalhos com o minimo esforço, copiam em testes ou estudam em 24h... (tb algumas historias reais)
Sim, tb os há que vão contra esta onda e lutam dia a dia contra a incerteza do dia a seguir, que vão trabalhar com febre para não terem menos uns “miseros euros” ao fim do mes no salario pois isso é essencial para ter um tecto e comida na mesa para a familia e é a diferença entre semanas a arroz e atum ou ter algo um pouco mais substancial.
Sim, tb os há que mesmo jovens lutem para estarem a trabalhar em empregos psicologicamente desgastantes para poderem pagar aquele curso que gostam e preferem não pesar no bolso dos pais ou contar com o fundo de desemprego ao fim do mês.
Sim, tambem os há que calados dão os ultimos centimos na carteira para que os filhos possam ter o minimo quando eles não comem ao almoço para poderem poupar.
Sim, também os há que são forçados a fazer turnos e mais turnos, a ter responsabilidades dobradas, a ter de trabalhar horas a fio depois do expediente, tudo por responsabilidade para com o serviço ou por imposição do empregador, mas sem que o esforço tenha qualquer tipod e revertimento financeiro minimo que permita manter a motivação e o querer lutar pela camisola.
Sim, tb os há que não sabem para onde se virar por o banco não contribuir com soluções viáveis excepto a poder de dinheiro, e muito, para ajudar a que ‘casais’ possam decidir a sua vida ao invés de terem de se ‘suportar’ potenciando situações de ‘violência doméstica’ (independentemente do género).
Temos de tudo, feliz ou infelizmente, e penso que todas as posições e opiniões que possam ser relatadas têm fundamento. Aqui deixo apenas um desabafo pessoal relatando uma pontinha do que eu vejo à minha volta e que não acontece a um, nem dois, nem três... mas recorrentemente. Sinto-me impotente face a tanta coisa.... mas não, não pensem que fico quieta a olhar. Como todos tento fazer o que posso pelos que posso
Quanto aos Deolinda, "que parva que eu sou" leio mesmo de forma irónica pois não considero que o sejamos de todo. Somos sobreviventes e... cara alegre porque senão ninguem nos quer (quem me conheçe percebe o que quero dizer).
PS - para o caso de surgir a dúvida, todas as histórias que aqui relatei são reais e de conhecimento pessoal, não com base no sei de alguem que sabe.
domingo, 16 de janeiro de 2011
O vaso cheio... from Marina Pereira on Vimeo.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Work by Phillip Toledano

Phonesex
To the caller, when I first answer, I am the inanimate Barbie.
They do not know what I look like, who I am, how I am feeling, or how I feel. They can only imagine. It is my job to indulge their fantasies, to convince them that I am not a doll. I am their dream turned real.
If they ask if I am blonde, I become a blonde. If they ask how wet I am, I tell them that my panties are drenched. I respond to every sound the caller makes with an affirmation, I encourage them, I breathe life into the fantasy, I carve the doll out of flesh.
This and more in Phillip Toledanos' webpage
"Phillip Toledano was born in London to a French Moroccan mother, and an American father. He believes that photographs should be like unfinished sentences. There should always be space for questions.
Phillip’s work is socio-political, and varies in medium, from photography, to installation.His work has appeared in Vanity Fair, The New York Times magazine, The New Yorker, Esquire, GQ, Wallpaper, The London Times, The Independent Magazine, Le Monde, and Interview magazine, amongst others."
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
The world of quoting...
"There are only two ways to live your life. One is as though nothing is a miracle. The other is as though everything is a miracle."
Albert Einstein
"If the world were merely seductive, that would be easy. If it were merely challenging, that would be no problem. But I arise in the morning torn between a desire to improve the world and a desire to enjoy the world. This makes it hard to plan the day."
E.B. White
"Don't part with your illusions. When they are gone you may still exist, but you have ceased to live."
Mark Twain
"The saddest aspect of life right now is that science gathers knowledge faster than society gathers wisdom."
Isaac Asimov
"It is not a lack of love, but a lack of friendship that makes unhappy marriages."
Friedrich Nietzsche
quarta-feira, 14 de julho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Lip Dub @ ISCTE-IUL
Já havia uma música escolhida (the 80's de David Fonseca), um percurso idealizado, ideias de cenários pensados e considerei que devia respeitar e integrar as ideias que me foram transmitidas. Mais um desafio se colocou no ritmo que era preciso manter ao longo da grande maioria do percurso e a estabilidade de câmara principalmente em percursos desnivelados e irregulares. Foi trazido um estabilizador de imagem ao qual tive de adaptar rapidamente (apenas hora e meia no dia anterior às gravações) e que implicou em mais alguns ajustes de planos de forma a não haver perca no ritmo previsto... em alguns momentos funcionou na perfeição, noutros... apenas ligeiramente (um obrigada especial a Angelo Peres da Widescreen por alguns conselhos dados).
As mudanças de planos implicaram na perca de algumas ideias iniciais bastante interessantes e na construção de outras. A ideia da palavra lipdub humana, a bandeira, da cena envolvendo o cantor David Fonseca, da chapada na 'Ala dos namorados', projecção da participação de casa de um dos nossos alunos de ensino à distancia, as gémeas, o canoing, a cena 'I should have kissed you' foram mantidas sem qualquer alteração (nesta ultima o cúpido fugiu). Outras ainda sofreram adaptações profundas como a cena do exorcismo (que passa com demasiada rapidez na câmara) ou da sala de estudo (gravada com estudantes que participaram passivamente devido a estarem a utilizar o espaço para o fim a que se destina), a cena da sala de aula que, por falha de projector implicou numa reformulação para imagem de quadro; a cena de praia que teve se passar a esplanada e o nadador salvador teve de encontrar nova função. Outras ideias caíram devido à falta de tempo para a sua realização, sendo a que mais pena deixou em todos ter-se deixado de lado a da viragem da bandeira pela imagem do ISCTE-IUL. Perderam-se cenas por falta de tempo em as preparar convenientemente como a do 'aquario de fumo', parkur, surf, jogos de volei de praia (apesar da quantidade de areia em parte do trajecto mas que não chegou a estar pronta a tempo devido ao mau tempo registados durante grande parte da semana que antecedeu as filmagens), a encenação do grupo de teatro do ISCTE-IUL. Algumas referencias relembrando os anos 80 foram trazidas pelos próprios participantes.
O percurso era também um desafio para os seus participantes. Dos esperados 400 inscritos apareceram pouco mais de metade. O conceito era interessante mas ainda desconhecido em Portugal, não tendo cativado maior atenção (algo que entretanto se alterou com a divulgação deste trabalho). No entanto quem participou teve 3 vezes mais trabalho visto em média cada pessoa aparecer três vezes ao longo de todo o vídeo (apenas mencionando alguns exemplos, o 'Wally' correu bem mais que eu por todos os edifícios e foi quem mais apareceu, a hospedeira quatro). O ritmo nunca parou e foi sempre acelerado para todos.
Neste movimento surgiu o apoio de uma equipa de pessoas fabulosas, cuja presença, participação, preocupação e empenho foram decisivas para que o meu trabalho fosse possível. Menciono para alem da organização, a minha assistente de câmara e menina do elevador, a Joana Neves (e a quem agradeço sentidamente o elogio que fez no seu blog), o seu pai e colega de serviço, Luís, bem como ao João Cunha, Carla Bray, Inês Santos e Marta. Também as palavras encorajadoras de todos os participantes ao longo do dia de filmagens. Gerson, foi óptimo trabalhar com uma pessoa que, apesar dos contratempos iniciais, se mostrou pró-activo e dinâmico sempre tendo em vista a concretização do objectivo comum.
No caso do David Varela, ele está a fazer o curso assistindo às aulas de casa (representada pela imagem do programa de web-conference com a imagem dele projectada na tela da sala de aula, no meio dos colegas) e, apesar das condicionantes, mostrou interesse em participar neste projecto e estar presente e integrar as filmagens.
De referir também a participação do Prof. Pedro Dionísio que, com o seu contributo e empenho esqueceu de retirar a camisola para revelar a azul com o símbolo do Indeg ;) fica no entanto aqui a referência.
No seu conjunto penso que o desafio foi ganho, a experiência enriquecedora e o resultado está aqui. Oficialmente parece que esta foi a primeira vez que algo do género se fez em Portugal e que pelo facto de ter sido o primeiro enfrentou dificuldades e desconhecimentos naturais de quem dá os primeiros passos. Naturalmente surgirão outros trabalhos (esperemos que sim… parece que já andam ideias por aí… estejam atentos), até mais originais e espero que melhores que o conseguido aqui. E se quiserem saber mais... coloquem as vossas questões. Afinal um dos objectivos é também a partilha de conhecimento e que se faça ainda mais e melhor.
Antes de mais, um obrigada pelo apoio e feedback dados por todos, especialmente a Angelo Peres da Widescreen e ao Calvas, uma 'ssoa que filma .
já agora, podem ver fotos de diversos autores no site da Pbase e dar uma espreitadela aos bastidores (imagens do CanalUp).
Antes de terminar, deixo alguns links de interesse:
http://esperobemquenao.blogspot.com/2010/03/iscte-onfire.html
http://www.rcdesigner.net/lip-dub-at-iscte/
http://aeiou.visao.pt/veja-aqui-o-primeiro-lip-dub-feito-numa-universidade-portuguesa=f552118
http://blog.carlosserrao.net/2010/03/lip-dub-iscte-iul/
http://psicolaranja.blogs.sapo.pt/592210.html
http://www.ruben-alves.com/index.php?p=blog&id=623&origem=rss
http://www.destak.pt/artigo/57274
http://poroutraspalavras.wordpress.com/2010/03/17/lip-dub-iscte-iul-ao-som-de-david-fonseca/
http://ahotclick.blogspot.com/2010/03/lipdub-iscte-brutal.html
http://www.regiaodeleiria.pt/2010/03/250-pessoas-dancam-ao-som-de-david-fonseca-em-video-lipdub/
http://www.mundouniversitario.pt/artigos.php?art=4527
http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?fokey=bz.stories/58748&p=stories&op=view&page=1&num=10
http://www.davidfonseca.com/news/arquivo