quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Amazingly a cry for help can be silenced in peoples consciousness and unseen to their eyes when aparently it doesn't touch nterest or will be of some bother to those who should see...
On the other hand, when someone gets interested and tries to help, it is seen as being with second intentions or wanting something back... altruism is not accepted... is just an ideal which everyone shouts being but rarely puts it into practice.
How many gave up something really significant in order to help another person?

escrito a 2009-06-30
Chandelier by Sia
http://youtu.be/2vjPBrBU-TM

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

12.12.12 moment 07


Him being outside, with all the problems and mind labyrints, made him feel a constant rush of adrenaline, felt life rushing and needing him, making him the man, the decider, the sacrificer, the provider, the defender.
Coming "home" to her arms and care, stopped being this cool Oasis to relax, breath and get strength and changed him. He started to become paralized, was like... hitting the ground, away from life.
She tried everything, was always there for him, always listened, supported his decisions and did everything in her power to help. He submitted, didn't even disagree at anytime.
One day she woke up and he wasn't there any more...  It's not that she did something wrong... she just was too much and too good and he wasn't used to it... and couldn't get used to it... it was easier to turn his back and accept pain as his companion.

... quero

... um mundo cheio que se resume ao momento, contigo a meu lado.
... a vida repleta da intensidade que vivemos quando juntos.
... o doce sabor dos teus lábios na minha pele.
... o envolvente calor do teu abraço no meu tronco.
... o teu doce respirar no meu pescoço.
... a tua boca suspirando o meu nome.
Antecipo cada sensação como um beijo desejado à muito.

escrito a 2011-04-24

sexta-feira, 20 de maio de 2011

beleza "comum"

Eu sei...
Aquela que te interessou no início era uma utopia.
A que fez trabalhos interessantes, escreveu umas coisas com sentido, conheceu pessoas singulares, foi a lugares incomuns, que ouviu os teus desabafos, que teve um mundo virtual de seguidores e uma quantidade enorme de conhecidos que lhe diziam olá a cada virar de esquina...
Descobriste que afinal era alguém comum, com medos e dúvidas, que baixava os olhos à passagem dos outros por timidez, se refugiava no trabalho para combater a tristeza.
De cada vez que se mostrava um pouco a ti, a surpresa pela incoerência entre a imagem que criaste e a que estava à tua frente fazia-te atacar ou fugir até, mesmo quando ela sempre precisou mais de um abraço vindo de ti do que de uma chamada de atenção... já se martirizava demais para a fazeres sentir ainda mais culpada sem razão ao invés de a fazeres sorrir com o teu olhar.
Nem reparaste o quanto se anulava, se calava, se debatia a cada dia para conseguir olhar o mundo de frente para que a pudessem aceitar, inventava forças do nada para não baixar os braços, não reparaste nem quiseste saber toda a batalha por que passava a cada momento para fazer tudo o que te maravilhou de início.
Perdeste o fascínio inicial por estares cego a veres nessa sua luta diária a fonte e razão de ser e fazer tudo aquilo que te atraiu de início.
Ela deixou simplesmente de ser interessante para ti e deixou de te maravilhar.
Já não te interessa.
Dispensas-te-a.
Mas aprendeste alguma coisa com a passagem dela pela tua vida?
As palavras de um desabafo de momento, apenas têm a força desse momento, nunca a força de toda uma vivência.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Abstract notes

"Learn to select thoughts the same way you select the clothes you'll wear in the morning."

What do I have trouble with?
Everything...
I cannot keep up and I get this insain anxieties about everything in my life and that I've lost my place...
Sometimes I feel too much... sometimes... just nothing... it's uncommonly strange how intense and empty moments can be at times.
I'm looking for my own forgiveness, from all the guilt I feel inside. A guilt I know rationaly and consciously I shouldn't feel.
I can deal with pain... I've been hurt worse. I cannot deal with lies, desieving, disonesty, untrusting behaviour... and I am patient if I believe.
If I could do some chanting and meditation it would be the same thing but in a different costume. Need to find my own way, to find myself, to find my space... if it goes throught meditation, so be it, but has to have meaning and results for my path.
Ruin is the road to transformation and should be identified with the beginning of a journey, like a travel starting from planning before we set off.
I do appreciate life with all it comes with, good or bad.
It's not that I need easy... right now I just can't handle so hard.
I need to be unerved... to step up and be blunt.

2010.11.26

O frio de casa é o rasto do vazio que nela habita,
da minha alma adormecida pela ausência da tua.

domingo, 24 de abril de 2011

eu...

Entupo-me de ausencias,

Esvazio-me de excessos....


Sou feita de urgencias,

alegrias intensas,

tristezas absolutas,

partilhas incondicionais,

compreensão intemporal...


"Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.

Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.


Não me façam ser quem não sou.

Não me convidem a ser igual, por que sinceramete sou diferente.


Não sei amar pela metade.

Não sei viver de mentira.


Não sei voar de pés no chão.

Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre."


(Inspirado em Clarice Lispector)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Deolinda: "que parva que eu sou" - uma resposta a um post num blog...

Acabei de ler um texto no blog Jonasnuts através de um link cedido por uma amiga via facebook.

É interessante e sempre mais um ponto de vista. No entanto gostaria de deixar algumas notas numa escrita que é a de quem está a escrever conforme pensa e cuja estrutura e frases poderão parecer um pouco misturadas.

O marceneiro optimo aqui da zona tem efectivamente mt trabalho, mas tem tb a oficina cheia de 'tralha' que lhe deixam e nunca a vão levantar por não terem como pagar por vezes uns miseros centimos, e de miseros centimenos em miseros centimos ate este bom marceneiro está em riscos de não saber o que fazer à vida, quer por nao receber dos clientes quer por nao ter espaço na oficina para receber novos trabalhos (uma história real).

No entanto, brilhantes electricistas, ladrilhadores, informáticos, ou outros quaisquer oficios têm forçosamente que entrar em empresas e companhias que lhes pagam o salário minimo nacional para trabalharem 10h, 12h, 14h, por vezes sem irem a casa ver a familia, tendo de seguir o protocolos pré-aprovados e designados de resolução imediata do problema com relatório de satisfação imediata, porque afinal essa empresa apresentou preços tao competitivos no mercado e de deslocação que eles não tinham condição para competir - mas afinal resolução imediata e preço baixo é o que cada vez mais exigimos, mas não esquecendo a qualidade... (mais umas historias reais aqui).

Também os há que estudam e até poderão ser brilhantes nas suas areas de formação, no entanto, por sobrequalificação, interesses sociais (mais comummente conhecida por 'cunha' ou tb filiações), ou outros, são renegados a vida inteira para trabalhos de sobrevivência independentemente de todas as tentativas que façam para procurar o que sempre sonharam. Ou então conseguem finalmente uma situação dentro do que gostam e sabem fazer mas têm de mudar de local e de vida para longe daqueles que são importantes, sacrificam alguns anos e depois, por um simples estalar de dedos, lhes é retirado tudo em detrimento de outrem que afinal é o filho do amigo de familia, que voltou agora dos confins, que nada sabe 'da casa' mas lhe têm de dar uma oportunidade. (mais histórias reais)

Sim, houve uma idolatrização do canudo, o qual progrediu para uma continuação da depencia de bolsas para segui mestrados pós-bolonha e doutoramentos tirados a ferro para garantir algum lá em casa, isto para evitar ir para estagios que remuneram 150,00€ e quase nem o transporte mensal pagam e tens de dar horas a mais ao empregador, fazer tudo e calar. Tambem os há que saltam de estágio não remunerado em estagio não remunerado porque o empregador 'exige' anos de experiência que de outra forma não obtem, ou entao passa de estagio em estagio pois o centro assim o permite ao abrigo de programas que permitem às empresas ter empregados entre 3 meses a um ano gastando por 3 ou mais estagiarios o que pagaria por um elemento efectivamente conhecedor do seu trabalho. Agora vem o regime de voluntariado, agora tornado visivel nas redes sociais, e que poderá rapidamente passar a ser para algumas entidades mais uma forma de fazer trabalho sem gastar dinheiro mas usando o tempo dos outros com a pressao que a rede social irá fazer para que sejamos voluntarios e quanto mais melhor... (mais algumas historias reais)

Sim, é triste observar que quem estuda por gosto habitualmente o faz em horario pos-laboral e com imensos sacrifiios, e que quem tem o tempo todo livre para o fazer, ainda se queixa dos deadlines, escolhem temas pouco interessantes, fazem de tudo para entregar trabalhos com o minimo esforço, copiam em testes ou estudam em 24h... (tb algumas historias reais)

Sim, tb os há que vão contra esta onda e lutam dia a dia contra a incerteza do dia a seguir, que vão trabalhar com febre para não terem menos uns “miseros euros” ao fim do mes no salario pois isso é essencial para ter um tecto e comida na mesa para a familia e é a diferença entre semanas a arroz e atum ou ter algo um pouco mais substancial.

Sim, tb os há que mesmo jovens lutem para estarem a trabalhar em empregos psicologicamente desgastantes para poderem pagar aquele curso que gostam e preferem não pesar no bolso dos pais ou contar com o fundo de desemprego ao fim do mês.

Sim, tambem os há que calados dão os ultimos centimos na carteira para que os filhos possam ter o minimo quando eles não comem ao almoço para poderem poupar.

Sim, também os há que são forçados a fazer turnos e mais turnos, a ter responsabilidades dobradas, a ter de trabalhar horas a fio depois do expediente, tudo por responsabilidade para com o serviço ou por imposição do empregador, mas sem que o esforço tenha qualquer tipod e revertimento financeiro minimo que permita manter a motivação e o querer lutar pela camisola.

Sim, tb os há que não sabem para onde se virar por o banco não contribuir com soluções viáveis excepto a poder de dinheiro, e muito, para ajudar a que ‘casais’ possam decidir a sua vida ao invés de terem de se ‘suportar’ potenciando situações de ‘violência doméstica’ (independentemente do género).

Temos de tudo, feliz ou infelizmente, e penso que todas as posições e opiniões que possam ser relatadas têm fundamento. Aqui deixo apenas um desabafo pessoal relatando uma pontinha do que eu vejo à minha volta e que não acontece a um, nem dois, nem três... mas recorrentemente. Sinto-me impotente face a tanta coisa.... mas não, não pensem que fico quieta a olhar. Como todos tento fazer o que posso pelos que posso

Quanto aos Deolinda, "que parva que eu sou" leio mesmo de forma irónica pois não considero que o sejamos de todo. Somos sobreviventes e... cara alegre porque senão ninguem nos quer (quem me conheçe percebe o que quero dizer).

PS - para o caso de surgir a dúvida, todas as histórias que aqui relatei são reais e de conhecimento pessoal, não com base no sei de alguem que sabe.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Work in progress

Este é um trabalho em curso, realizado por um aluno de Antropologia, Tiago Ferreira, e editado por mim. Efectivamente a formação e aprendizagem nos modos de utilizar a camara - quer na linguagem vídeo, quer na forma como a utiliza no terreno para aceder ao que quer filmar - foi um processo realizado à medida que a necessidade ia surgindo. Foi filmado no periodo de 3 semanas conforme ia havendo um tempo livre, e editado no periodo de 4 dias intensivos por forma a não ultrapassar o deadline dado pelo docente da cadeira para o qual este trabalho inicialmente se destinava. No entanto, o interesse do tema e do conteudo filmado mostra-nos uma faceta de um grupo de pessoas pouco conhecidos na nossa sociedade.

Devido a ser um trabalho de indole apenas académica e de formação, a escolha do Tiago foi em não ir logo para uma câmara HD e para uma captura de audio mais cuidada. Assim, todo o filme foi gravado com uma câmara XM2, PAL-MiniDV 16x9.

É um filme com a duração actual de 1h05m, mas pretende-se que venha a ter apenas 55m. A versão aqui apresentada tem baixissima qualidade devido ao facto de se pretender ter tudo no mesmo ficheiro, bem como pelo facto de ser uma maquete de trabalho.

Todos os comentários são bem vindos e necessários nesta fase... durante as duas próximas semanas ^_^

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O frio da casa é o rasto do vazio que nela habita,

da minha alma adormecida pela ausência da tua.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

"Há momentos em que sinto tanto a tua falta... que o que mais quero é tirar-te dos sonhos e abraçar-te..."
(cit)

Não se ama pelas qualidades. Nem por isto ou por aquilo. Ama-se simplesmente, e sobretudo ama-se apesar deste e aquele defeito.
(cit)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Work by Phillip Toledano

Phonesex


To the caller, when I first answer, I am the inanimate Barbie.

They do not know what I look like, who I am, how I am feeling, or how I feel. They can only imagine. It is my job to indulge their fantasies, to convince them that I am not a doll. I am their dream turned real.

If they ask if I am blonde, I become a blonde. If they ask how wet I am, I tell them that my panties are drenched. I respond to every sound the caller makes with an affirmation, I encourage them, I breathe life into the fantasy, I carve the doll out of flesh.



This and more in Phillip Toledanos' webpage

"Phillip Toledano was born in London to a French Moroccan mother, and an American father. He believes that photographs should be like unfinished sentences. There should always be space for questions.

Phillip’s work is socio-political, and varies in medium, from photography, to installation.His work has appeared in Vanity Fair, The New York Times magazine, The New Yorker, Esquire, GQ, Wallpaper, The London Times, The Independent Magazine, Le Monde, and Interview magazine, amongst others."

Timescapes

TimeScapes: Rapture from Tom Lowe @ Timescapes on Vimeo.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

The world of quoting...

"Experience is a brutal teacher, but you learn. My God, do you learn."
C.S. Lewis


"There are only two ways to live your life. One is as though nothing is a miracle. The other is as though everything is a miracle."

Albert Einstein


"If the world were merely seductive, that would be easy. If it were merely challenging, that would be no problem. But I arise in the morning torn between a desire to improve the world and a desire to enjoy the world. This makes it hard to plan the day."

E.B. White


"Don't part with your illusions. When they are gone you may still exist, but you have ceased to live."

Mark Twain


"The saddest aspect of life right now is that science gathers knowledge faster than society gathers wisdom."

Isaac Asimov


"It is not a lack of love, but a lack of friendship that makes unhappy marriages."

Friedrich Nietzsche

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Mais um trabalho na sequência do anterior... sporting campeão de futsal 2009/2010 com direito a ter sido mandada fora do campo algumas vezes por estar a filmar para o sporting no pavilhao da luz... rivalidades de equipas que cortam com alguma solidariedade na transmissao de informação... mas no final conseguimos alguma coisa.


Câmaras: Luis Neves e Marina Pereira
Edição: Marina Pereira

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Emoções...

Independente do clube, aqui fica mais um trabalho...


Comentem.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Lip Dub @ ISCTE-IUL

Um aluno do ISCTE IUL (o 'famoso' Zulu) teve um dia a ideia de tentar realizar o desafio proposto no site University Lipdub . Tentou encontrar um grupo de pessoas para colocar o desafio em prática. Encontrou o apoio para ajudar a levar avante tal projecto na recém-formada True Inspiring, em alguns alunos e funcionários do ISCTE-IUL, bem como na instituição. Objectivos iniciais: divulgar o ISCTE-IUL, divertirem-se ao fazê-lo e usar o máximo de recursos humanos possíveis da instituição.

Devido um pouco ao trabalho que tenho vindo a realizar com o Grupo de Forcados Amadores de Coruche como Antropóloga Visual (e onde a gravação em sequencia é predominante), mas predominantemente por ser funcionária do ISCTE-IUL bem como amiga de alguns elementos da organização, surgiu o convite directo para fazer câmara neste projecto. Aceitei quer por considerar o conceito interessante (gravação de um clip sem cortes num único dia em que se juntam todos os participantes), como pelo desafio que colocava.

Já havia uma música escolhida (the 80's de David Fonseca), um percurso idealizado, ideias de cenários pensados e considerei que devia respeitar e integrar as ideias que me foram transmitidas. Mais um desafio se colocou no ritmo que era preciso manter ao longo da grande maioria do percurso e a estabilidade de câmara principalmente em percursos desnivelados e irregulares. Foi trazido um estabilizador de imagem ao qual tive de adaptar rapidamente (apenas hora e meia no dia anterior às gravações) e que implicou em mais alguns ajustes de planos de forma a não haver perca no ritmo previsto... em alguns momentos funcionou na perfeição, noutros... apenas ligeiramente (um obrigada especial a Angelo Peres da Widescreen por alguns conselhos dados).

As mudanças de planos implicaram na perca de algumas ideias iniciais bastante interessantes e na construção de outras. A ideia da palavra lipdub humana, a bandeira, da cena envolvendo o cantor David Fonseca, da chapada na 'Ala dos namorados', projecção da participação de casa de um dos nossos alunos de ensino à distancia, as gémeas, o canoing, a cena 'I should have kissed you' foram mantidas sem qualquer alteração (nesta ultima o cúpido fugiu). Outras ainda sofreram adaptações profundas como a cena do exorcismo (que passa com demasiada rapidez na câmara) ou da sala de estudo (gravada com estudantes que participaram passivamente devido a estarem a utilizar o espaço para o fim a que se destina), a cena da sala de aula que, por falha de projector implicou numa reformulação para imagem de quadro; a cena de praia que teve se passar a esplanada e o nadador salvador teve de encontrar nova função. Outras ideias caíram devido à falta de tempo para a sua realização, sendo a que mais pena deixou em todos ter-se deixado de lado a da viragem da bandeira pela imagem do ISCTE-IUL. Perderam-se cenas por falta de tempo em as preparar convenientemente como a do 'aquario de fumo', parkur, surf, jogos de volei de praia (apesar da quantidade de areia em parte do trajecto mas que não chegou a estar pronta a tempo devido ao mau tempo registados durante grande parte da semana que antecedeu as filmagens), a encenação do grupo de teatro do ISCTE-IUL. Algumas referencias relembrando os anos 80 foram trazidas pelos próprios participantes.

O percurso era também um desafio para os seus participantes. Dos esperados 400 inscritos apareceram pouco mais de metade. O conceito era interessante mas ainda desconhecido em Portugal, não tendo cativado maior atenção (algo que entretanto se alterou com a divulgação deste trabalho). No entanto quem participou teve 3 vezes mais trabalho visto em média cada pessoa aparecer três vezes ao longo de todo o vídeo (apenas mencionando alguns exemplos, o 'Wally' correu bem mais que eu por todos os edifícios e foi quem mais apareceu, a hospedeira quatro). O ritmo nunca parou e foi sempre acelerado para todos.

Mas o desafio estava lançado e foi filmado no passado dia 13 de Março de 2010. A partir das 9h da manhã as pessoas começaram a juntar, sendo que os trabalhos efectivos se iniciaram pelas 10h. Depois de muito trabalho de preparação e algumas encenações, ainda nem tudo estava pronto quando se chegou à hora de almoço - que contou com a rapidez e eficácia do MD Bar ou Bar do Sr. António como é maioritariamente conhecido. Foi pouco tempo para descansar pois começamos novos ensaios locais em alguns pontos enquanto se ultimaram alguns cenários. Mas de repente a chegada do David Fonseca na ultima volta de treino, deu o toque a reunir a todos e finalmente tudo ficou pronto para o inicio das filmagens.

Apesar de todos os contratempos e dores de cabeça tanto da organização como dos que participaram, o dia de filmagens revelou um espírito de equipa e de trabalho para um objectivo em todos os que estiveram frente e atrás das câmaras, bem como uma boa disposição únicas. No final de cada volta a expectativa por saberem se teria sido conseguido ou não era enorme. Quando ao quarto take decidi dar por conseguido, a reacção geral foi entusiasta... daí a sua inclusão audio no final do vídeo.

Na edição final não houve qualquer corte efectuado e manteve-se a sequência que, no seu conjunto, pareceu mais bem conseguida. Não foi o melhor take de imagem (uma maior instabilidade nos pisos irregulares descendentes devido não só ao ritmo como ao movimento de câmara efectuado), o facto de por um toque ter aparecido a minha imagem em câmara, ao facto de estar um passo a frente do movimento de capas da tuna (mas não podendo abrandar o ritmo pois poderia por em causa a continuação da sequência), distanciamento demasiado grande da cena do bico/esplanada/varanda,... Mas nas sequências no seu geral estavam equilibradas, apesar de algumas não totalmente conseguidas. Tivemos tambem algo que era também uma forte razão pela escolha do ultimo take: o facto de em todos os takes anteriores nenhum avião ter passado (apesar de serem uma passagem habitual pelos céus do ISCTE-IUL) e, no último take ter surgido no movimento idealizado.

Há a questão de se efectivamente havia lipdub ou não... alguns conseguiram, outros nem por isso, mas alguns foram propositadamente dessincronizados pelos próprios no local, e faziam-no constantemente a cada passagem de câmara. Mas sim, muitos não cantavam, mas representavam de alguma forma o seu papel. No entanto deixo o alerta de que o vídeo online está com uma falta de sincronia entre audio e video de cerca de menos de meio segundo.

Neste movimento surgiu o apoio de uma equipa de pessoas fabulosas, cuja presença, participação, preocupação e empenho foram decisivas para que o meu trabalho fosse possível. Menciono para alem da organização, a minha assistente de câmara e menina do elevador, a Joana Neves (e a quem agradeço sentidamente o elogio que fez no seu blog), o seu pai e colega de serviço, Luís, bem como ao João Cunha, Carla Bray, Inês Santos e Marta. Também as palavras encorajadoras de todos os participantes ao longo do dia de filmagens. Gerson, foi óptimo trabalhar com uma pessoa que, apesar dos contratempos iniciais, se mostrou pró-activo e dinâmico sempre tendo em vista a concretização do objectivo comum.

Todos estão de parabéns pois o que se vê foi um trabalho integrado de cerca de 250 pessoas, frente e atrás das câmaras, em que muitos dos actores aparecem em média 3 vezes em todo o vídeo, filmados quatro takes e decidido pelo último apesar de outros terem sequencias bem mais conseguidas e melhor estabilidade de câmara nos percursos mais difíceis. De referir a participação do Dionildo e do David (desta não o Fonseca mas o Varela) representativos de um grupo de estudantes que, tanto pelo espirito que demonstraram nas filmagens, como todos os outros dias do ano pelo ISCTE-IUL, são um exemplo de força e motivação a seguir e ter em conta.

No caso do David Varela, ele está a fazer o curso assistindo às aulas de casa (representada pela imagem do programa de web-conference com a imagem dele projectada na tela da sala de aula, no meio dos colegas) e, apesar das condicionantes, mostrou interesse em participar neste projecto e estar presente e integrar as filmagens.

De referir também a participação do Prof. Pedro Dionísio que, com o seu contributo e empenho esqueceu de retirar a camisola para revelar a azul com o símbolo do Indeg ;) fica no entanto aqui a referência.

No seu conjunto penso que o desafio foi ganho, a experiência enriquecedora e o resultado está aqui. Oficialmente parece que esta foi a primeira vez que algo do género se fez em Portugal e que pelo facto de ter sido o primeiro enfrentou dificuldades e desconhecimentos naturais de quem dá os primeiros passos. Naturalmente surgirão outros trabalhos (esperemos que sim… parece que já andam ideias por aí… estejam atentos), até mais originais e espero que melhores que o conseguido aqui. E se quiserem saber mais... coloquem as vossas questões. Afinal um dos objectivos é também a partilha de conhecimento e que se faça ainda mais e melhor.


VÍDEO ORIGINAL LIPDUB@ISCTE-IUL

(video out of sync em menos de 1/2 seg online, pelo que peço as minhas desculpas aos participantes pelos comentários negativos que têm surgido por este problema na passagem de formatos)

Antes de mais, um obrigada pelo apoio e feedback dados por todos, especialmente a Angelo Peres da Widescreen e ao Calvas, uma 'ssoa que filma .

já agora, podem ver fotos de diversos autores no site da
Pbase e dar uma espreitadela aos bastidores (imagens do CanalUp).

IMAGENS DE BASTIDORES



IMAGENS DE PARTICIPANTES, ENTREVISTAS



IMAGENS DOS ORGANIZADORES, ENTREVISTAS


Antes de terminar, deixo alguns links de interesse:

http://esperobemquenao.blogspot.com/2010/03/iscte-onfire.html

http://www.rcdesigner.net/lip-dub-at-iscte/

http://aeiou.visao.pt/veja-aqui-o-primeiro-lip-dub-feito-numa-universidade-portuguesa=f552118

http://blog.carlosserrao.net/2010/03/lip-dub-iscte-iul/

http://psicolaranja.blogs.sapo.pt/592210.html

http://www.ruben-alves.com/index.php?p=blog&id=623&origem=rss

http://www.destak.pt/artigo/57274

http://poroutraspalavras.wordpress.com/2010/03/17/lip-dub-iscte-iul-ao-som-de-david-fonseca/

http://ahotclick.blogspot.com/2010/03/lipdub-iscte-brutal.html

http://www.regiaodeleiria.pt/2010/03/250-pessoas-dancam-ao-som-de-david-fonseca-em-video-lipdub/

http://www.mundouniversitario.pt/artigos.php?art=4527

http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?fokey=bz.stories/58748&p=stories&op=view&page=1&num=10

http://www.davidfonseca.com/news/arquivo


domingo, 14 de março de 2010

University LipDub - 1º vídeo sem cortes em Portugal

Um trabalho registado pelas camaras da sic - reportagem.


Os parabens a todos por terem feito com que fosse possivel conseguir o resultado final que já está visivel em http://www.youtube.com/user/lipdubiscte.

Se quiserem saber mais sobre este projecto, visitem o site oficial do University Lipdub em http://universitylipdub.com/